" A minha estrela é doida! Coube-me nas sortes a Estrela-doida!" - José A. Negreiros -

quinta-feira, fevereiro 03, 2005

e para lá de


em

Alma minha gentil que te partiste
Tão cedo desta vida descontente
Repousa lá no céu eternamente
E viva eu cá na terra sempre triste

Se lá no assento etéreo aonde subiste
Memória desta vida se consente
Não te esqueças daquele amor ardente
que já nos olhos meus tão puro viste

E se vires que pode merecer-te
Alguma cousa a dor que me ficou
Da mágoa sem remédio de perder-te

Roga a Deus que os teus anos encurtou
Que tão cedo de cá me leve a ver-te
Quão cedo dos meus olhos te levou.

CAMÕES

4 Brilhos:

Anonymous Mar Revolto disse...

Que surpresa madalena, ver-te por aqui de novo e com este poema do camões, triste, mas sublime.
E o Francisco já nasceu, já cantas para ele, já lhe declamas histórias de amor?
Um beijo

2:52 da manhã

 
Blogger Madalena Pestana disse...

:)

8:20 da manhã

 
Blogger BlueShell disse...

Hoje vim aqui...que bom.
Sei que tenho andado esquiva...sim, é verdade. Neste momento acabei de chegar da aldeia...fui ao cemitério colocar flores.
E creio que existe, sim , um lugar sem dor ou amargura...
Tu estás bem? O teu queriducho também? Então beijos mil...e carinhos outros tantos.
da Blueshell

4:42 da tarde

 
Blogger Madalena Pestana disse...

Que bom ler-te,BlueShell.

Há um espaço de luz que nos há-de unir a todos. sim.

Nisso eu Tenho de acreditar!

Beijos!

Coragem!

:)

4:45 da tarde

 

Enviar um comentário

<< Home