" A minha estrela é doida! Coube-me nas sortes a Estrela-doida!" - José A. Negreiros -

segunda-feira, dezembro 20, 2004

(queria tanto que fosses tu a encenar.

não seria possível. a falta de tempo crescera para mim também. novo curso: queria ser boa mãe - não vem nos livros. pena.
o teu teatro tinha de continuar).

saudades tuas e culpa. muita culpa. como pedir-te que voltasses? temia o sofrer de uma negativa.

e sem ti, não sofria?
escrevi.
não pensei que viesses. tinha eu quebrado o elo da total confiança entre nós.
não virias.

quarta feira. dois dias após a carta enviada. 14h15, perto da estação de algés o carro branco, ge-43-28, esperava.

(o coração pulava no meu peito enquanto controlava o andar para não correr de braços abertos para ti).

"veio. você veio!"

"claro! tu chamaste".

chegados ao nosso recanto dos melros, paço de arcos, o abraço possível.

murmurei explicações que ele não quis ouvir.

"eu entendi. deixa isso agora, vá. já passou..."

como quem acalma uma criança assustada depois de cair.

que amável ser aquele que o destino me dera conhecer!


2 Brilhos:

Blogger Maria Branco disse...

O destino só poderia fazer encontrar dois amaveis Seres...

1:04 da manhã

 
Blogger Madalena Pestana disse...

:)

Gentil Maria!

8:36 da manhã

 

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