" A minha estrela é doida! Coube-me nas sortes a Estrela-doida!" - José A. Negreiros -

quarta-feira, dezembro 22, 2004

na estrada não cansei de perguntar pensando alto

"porque é que hoje lhe disse adeus, sempre disse até logo, sempre.

estava combinado nunca dizer adeus.

nunca dissemos.

porquê hoje? porquê?

e ele também respondeu..."

cansou-se a rapariga loira de me ouvir.

calei.

(mas no meu cérebro ouvia a tua voz cansada mas carinhosa, amiga:

"adeus, madalena".

se pudesse teria voltado atrás a dizer-te "até logo, amor" se pudesse...).



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