" A minha estrela é doida! Coube-me nas sortes a Estrela-doida!" - José A. Negreiros -

segunda-feira, dezembro 13, 2004

falei ao médico do pedido feito ao amigo. disse-lhe

até mais que isso, falei de fim. olhei-o.

triunfante, o idiota!

não abrandou o cerco como eu ansiava que fizesse. apertou mais ainda. quase até estrangular. estangular-me.

árvore parasita de árvore.


há parasitas em tudo, de tudo.

do amor.

olho o médico, a irmã a mãe como formigas que devoram os lanches de quem sabe viver o campo e não suportam um cantar simples de cigarra feliz.