" A minha estrela é doida! Coube-me nas sortes a Estrela-doida!" - José A. Negreiros -

terça-feira, dezembro 21, 2004

correria alucinante minha. sucesso traz procura.

recitais pelo país. borlas. esquerda sempre.

espectáculos novos: um recital de grupo - josé ernesto de sousa.

convites. saídas. meia alucinação.

mas sempre as fugas para dentro de mim. muitas vezes deixava o camarim pondo apenas um casaco por cima e subia a rua. cansava-me demais tanta adocicada palavra de elogio.
fugia.
falta de hábito é certo mas, não só.

no quarto tentava recordá-lo. como era antes. não conseguia.

ficava perturbada. sem saber que fazer ou que dizer-lhe mais. queria-o livre.

"tal como eu quero ser".

o seu rosto enérgico mas suave fugia-me.

costumávamos pensar um no outro, em simultâneo. ele tinha esquecido?

talvez...



foto em

tinha medo. um medo irracional.

escrevi de novo. recebi uma resposta quente amiga que me acalmou.

"estive adoentado. nada de grave, creia. já estou melhor. em breve irei aí.
fala-se muito em si no meio das artes. estou orgulhoso mesmo.
não se envaideça nunca: é o princípio do fim...
um abraço!"

fiquei feliz!

aliviei.

demais.

4 Brilhos:

Blogger Maria Branco disse...

E o coração sossegou...
Beijos

1:42 da tarde

 
Blogger Madalena Pestana disse...

por pouco tempo. era um coração alvoroçado com próprias razões.

3:01 da tarde

 
Blogger Maria Branco disse...

Esse coração então percebe perfeitamente o meu.. vive-se assim, também!

12:02 da manhã

 
Blogger Madalena Pestana disse...

Mas cansa, o próprio coração. :)

9:32 da manhã

 

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