" A minha estrela é doida! Coube-me nas sortes a Estrela-doida!" - José A. Negreiros -

quarta-feira, novembro 24, 2004

se de uma das vezes em que corri feliz ao seu encontro

e lhe decorei com flores o carro branco e contei a bizarra ideia do meu pai, ele tivesse apenas dito "não" eu não cederia por difícil que fosse.

abriu um pouco mais os olhos líquidos "psicanálise, cá?" e a cara fechou. nunca o ouvi contradizer os pais.
se ele tivesse dito o que pensava. falado dos seus medos da manipulação de mentes pelos homens...

não disse. o carro já rolava. iam estrear uma peça sobre Esopo. queria-me lá.

eu iria.

era dele o papel principal. como faltar?

esqueci o resto. afinal era um médico. ia e vinha-me embora. que mal podia haver?

o mesmo tinha pensado o pai.

ali um pouco à frente havia luz e mar.



2 Brilhos:

Blogger Maria Branco disse...

Saio sempre daqui a transbordar de emoções...
Um beijo enorme!!

12:45 da manhã

 
Blogger Madalena Pestana disse...

:)

Um beijo para ti.

4:59 da tarde

 

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